Kienbock Brasil  
 


O diagnóstico de Kienbock varia muito de acordo com o estágio da doença.

Durante o estágio 1 há muito pouca dor no punho, e só pode-se confirmar a doença através de um exame de ressonância magnética que detecta a falta de vascularização no semilunar. Exames de raios-x são ineficientes, pois a densidade do osso ainda está normal. Poucos são diagnosticados nesse estágio justamente pela falta de sintomas.

A partir do estágio 2 já é possível verificar a perda de densidade do semilunar pelo exame de raios-x, pois a densidade menor faz com que o osso apareça com aspecto esbranquiçado na chapa. Normalmente é o primeiro exame no qual se detecta a doença, mas os médicos costumam pedir exames adicionais – como o de ressonância magnética – para obter a confirmação do diagnóstico.

Pelo exame de raios-x também é possível verificar se existe a variação ulnar negativa, que é fator de risco e cuja correção pode ajudar a recuperar o semilunar.

Muitas vezes o correto diagnóstico da doença é atrasado devido ao fato de pessoas pensarem ter apenas um punho torcido inflamado (conhecido como “punho aberto”) e adiarem a ida ao médico, ou também por ter o diagnóstico de tendinites associadas à inflamação causada pela necrose.

No caso de sentir dores no punho que não somem em questão de dias, é recomendado que se consulte um médico ortopedista especialista em mãos. A mão e o punho são estruturas bastante complexas e somente um especialista pode diagnosticar e tratar corretamente os diversos problemas que os acometem.

Sempre que possível, tenha uma segunda, terceira ou quantas opiniões médicas forem necessárias para que você sinta confiança no diagnóstico. Tenha certeza que o médico possui experiência com a doença e não pense duas vezes em procurar outros especialistas se não confiar 100% no profissional procurado. Lembre-se: os movimentos de sua mão e sua futura qualidade de vida é que estão em jogo.

 

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